sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Quinta e Sexta

Boa noite!

Ontem foi um dia realmente longo e cansativo.

Fomos a Plaza de Mayo, e de lá para a Universidade Popular Madres de Plaza de Mayo, aonde haviamos combinado com as assessoras de imprensa do movimento. Ai as coisas ficaram dificeis.

Os problemas de comunicaçao entre as duas partes, fez com que atrasassemos um pouco o processo para esperar Lucia, uma das assessoras que havia morado no Brasil, e por isso possuia um bom portugues.

Voltamos a praça para começar a capturar algumas imagens, mas pela grande infelicidade, a filmadora estava com problemas. Chegamos inclusive a procurar alguma assistencia tecnica, mas nao tinhamos 7 dias uteis para o orçamento. Fizemos o possivel com as duas maquinas fotograficas digitais.

As 15:30 em ponto chegaram as madres. Fizeram seu tradicional percurso ao redor do obelisco da praça em sentido antihorario, representando a luta contra cada minuto que estao longe de seus filhos. Isso rendeu boas fotos.

Logo em seguida, à frente da Casa Rosada, houve uma espécia de palanque. Encontramos finalmente com Lucia, que nos deu algum material e nos informou sobre a coletiva de imprensa que haveria mais tarde, aonde as senhoras anunciariam o 30 aniversário, que será comemorado dia 7 de outubro.

Já na coletiva, as coisas ficaram um pouco mais chatas. A começar pela dificuldade em entender tudo que estava sendo dito. Segundo pelo tratamento péssimo que recebemos por parte das assessoras, que nao permitiam que falássemos com as Madres, nem colaboraram com um pouco de atençao.

De qualquer forma gravamos toda a coletiva, para futuras traduçoes, pegamos um livro com a historia das madres e tiramos várias fotos da ¨Casa das Madres¨.

Lá nao posso deixar de falar que me surpreendi a ver várias fotos de militantes como Che Guevara, Fidel Castro, e líderes populares como Evo Morales e Chaves. Aquilo me fez perceber que o movimento social delas é muito mais politicamente orientado do que eu imaginava. Sim, as velhinhas sao socialistas!!!!!

Chegamos inclusive a encontrar com um argentino que vestia uma camisa do MST. Questionado, nos disse que havia grande intercambio entre os movimentos sociais do Brasil e da Argentina. Que haviam inclusive Madres que viajavam para os assentamentos do MST.

Descobrimos também que na sexta haveria uma entrega de moradias populares nas redondezas de Buenos Aires, tudo conseguido pelo movimento. Perebemos que ainda estao muito ativas, e sao mais do que uma atracao turistica do centro da cidade.

Mas isso nao significa que nao houvessem varios grupos de turistas filmando e fotografando a peregrinacao das senhoras.

Ficamos de voltar na sexta e pegar mais material, como fotos e releases.

Porém, hoje amanhecemos com muita chuva, e a caminhada se tornou desanimadora. Mudamos nossa data para sábado, e acabamos por tirar o dia para descansar, dormir até mais tarde, e fazer compras durante a tarde.

Amanha terminaremos de reunir o material sobre as madres, e pretendemos entao, fazer um pouco de turismo também.

Por hora é só!!!! Uma Quilmes me espera!!!

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Buenos Dias

Bom dia a todos!

Finalmente estamos em solo argentino. O que é algo realmente para se comemorar tendo em vista a centena de contra-tempos que enfrentamos para chegar até aqui. A começar por problemas na documentaçao para embarque, atrasos em vôos e, por fim, problemas comunicacionais. De qualquer forma, chegamos em duas levas. As primeiras a desembarcar, no vôo das 14:30 foram Lívia, Mariana e Ísis. Alguams horas depois, no vôo das 20:30 cheguei eu.

Nos deparamos com um clima muito mais quente do que estávamos esperando, fazendo nossas malas gigantes e cheias de blusas e casacos somente um grande peso. Outra surpresa foi quanto à comunicaçao. Achamos que seria muito difícil conversar com as pessoas aqui, mas parece que com um pouco de paciência, tudo se resolve.

O Albergue é bem legal. Um casarao bem antigo, com escadas de madeira, e quartos grandes. Mas o ambiente é muito agradável, bem como as pessoas que trabalham aqui.

O grande infortúnio que tivemos por enquanto, se revelou no final da noite de ontem, quando fomos jantar e acabamos por descobrir que, mesmo tendo cambiado dinheiro no aeroporto, recebi notas falsas, o que me deixou em um estado de pobreza absoluta.

Ainda nao sabemos como vamos resolver isso. Mas daremos um jeito.

Hoje temos um dia cheio. Para começar vamos até a Universidade Popular das Madres de Plaza de Mayo. Marcamos com a Assessora de imprensa do lugar de conversar. Conheceremos museus e pesquisaremos o que houver de material. Após isso, as 15:30, as Madres saem lá da univerisade e caminham até a Plaza de Mayo. Acompanharemos a caminhada aproveitando para conversar com as senhoras.

Talvez nao consigamos filmar algumas coisas, como gostaríamos, pois nao sabemos que tipo de problema se abate sobre a filmadora.

De qualquer forma, vamos ver o que coneguimos hoje. Deseje-nos sorte.

Até logo.

PS: Nao reparem, nao existem alguns acentos no teclado argentino!!!!!!

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Entrevistas

Pessoal, eu de novo!

É que acabei de ver que saiu uma matéria a um bom tempo atrás na caros amigos sobre as Madres, feitas por nomes de peso do jornalismo como o José Arbex Jr.

Aqui segue o link. Leiam!
http://carosamigos.terra.com.br/da_revista/edicoes/ed68/entrevista_hebe.asp

Pesquisadores

Boa tarde à todos!

Entrei em contato com alguns pesquisadores que falavam sobre a ditadura na Argentina, e a repressão para que pudessem nos dar entrevistas. Dentre estes, destaquei dois que estão mais próximos daquilo que agente procura.

O primeiro deles é o Prof. Osvaldo Luis Angel Coggiolla. Ele é argentino e professor na FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciencias Humanas) na USP. Disse que como argentino e vítima da repressão, pode dar uma força pra gente. O contato dele tenho apenas por e-mail, mas ele responde rápido coggiola@usp.br.

Foi ele quem indicou uma outra pesquisadora cujo a linha de pesquisa é exatamente as Madres. O nome dela é Janaina Teles. Com ela eu ainda não falei, mas aqui tem os contatos dela: TEL: 32854382 e 71554399 e-mail: janateles@uol.com.br

Tem também uma lista de filmes e livros que falam do assunto que eu acho que seria bem interessante dar uma olhada. Só que eu esqueci a lista em casa :P . Postarei em breve para maiores esclarecimentos.

Até logo

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Hostel

Pessoas, nosso quarto já está reservado:

http://www.pangeahostel.com.ar/

do dia 3 ao dia 8/10... estamos chegando! aeeeee!

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Artigo - Mães da Praça de Maio

Achei um pequeno resumo da história das Mães da Praça de Maio
ai vai um trecho do artigo retirado do site http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?ID=749


Hebe Pastor de Bonafini, argentina, presidente da Associação das Mães da Praça de Maio, tem hoje 71 anos. Em 1976, quando na Argentina se instalou a ditadura militar que duraria até 1983, era mãe de uma família comum. Tecedeira casada com um mecânico, tinha dois filhos com vontade de viver. O mais velho, professor e investigador universitário, fazia trabalho político na Universidade e, em colaboração com elementos da Igreja, alfabetizava de adultos num bairro pobre de Buenos Aires.
Foi preso aos 26 anos, esteve um ano e meio num campo de concentração desaparecendo depois para sempre. O filho mais novo, de 23 anos, desapareceu, dez meses depois do irmão, após ser preso, quando participava numa reunião sindical. A nora, mulher do filho mais velho, desapareceu um ano e meio depois do marido. Esta é a história de uma família comum, igual a milhares de outras histórias de famílias que viveram a ditadura militar argentina (e de outras ditaduras de outros países).
A outra história, a que dá um outro sentido às repetições, a que parece ensinar como transformar a repetição e a rotina em movimento de transformação, a que nos pode devolver a esperança, é desencadeada por esta e muitas outras mulheres que a ela se associaram. Há 22 anos que todas as semanas, à Quinta-Feira, as mães das e dos "desaparecidos", se concentram na Praça de Maio e exigem que lhes devolvam os desaparecidos. Vinte e dois anos sem uma falha. Às vezes são centenas, em momentos especiais são milhares.
Vinte e dois anos depois ninguém acredita que os sequestrados, os torturados e os desaparecidos durante a ditadura regressem com vida. Mas estas mães de Maio persistem, semana após semana, dia após dia, em dar sentido, em dar vida, aos que partiram. Como? Lutando pela dignidade dos que ficaram.
O poder actual na Argentina - que elas acusam de ser mero disfarce do anterior - quis comprar-lhes a vida dos desaparecidos. Mas elas recusaram o dinheiro e exigem justiça. Exigem o julgamento dos assassinos e torturadores. E exigem sobretudo uma outra atenção aos jovens de agora. Nestes últimos 22 anos, as mães da Praça de Maio reinventaram, semana após semana, novas formas de luta pela dignidade e pela justiça social. Desenvolvem trabalho social nos bairros mais pobres. Publicam um jornal mensal. Abriram um café literário. Promovem debates sobre a condição dos jovens de hoje. Intervêm combatendo as novas formas de morte, de tortura, de "desaparecimento" (de exclusão) social e político dos jovens. Vinte e dois anos de persistência e de criatividade

Sejam todos bem vindos.

Começamos colocando um monte de dados de contatos, matérias e coisas sobre a Argentina, e nem paramos para dizer por que estamos fazendo isso. Por isso, achei extremamente de bom tom este pequeno texto de apresentação.

Este blog foi criado por um grupo de alunos do 6° semestre do curso de Jornalismo do Mackenzie com o intuito de relatar o dia-a-dia da produção de uma matéria de jornalismo internacional.

Nosso tema é o 30° aniversário do movimento das Mães da Praça de Maio, em Buenos Aires - Argentina. Para isso, realizaremos uma viagem até a terra dos hermanos para descobrir como anda o movimento 30 anos depois.

Ainda não temos ao certo a data da viagem, sabemos que será entre o dia 5 e 12 de outubro. Quando descobrirmos isso, postaremos aqui! Por hora, estamos em uma fase de pré-produção.

Reuniremos dados aqui no Brasil, falando com historiadores e pesquisadores que conheçam o movimento. Também começamos a comprar jornais argentinos, pois é preciso estar informado sobre o país que se vai.

Teremos pouquíssimos dias para realizar a reportagem, cerca de quatro, por isso temos que ter tudo acertado antes da viagem. É exatamente estes preparos, o durante e o depois que colocaremos aqui. Feito isso, organizaremos todo este material na forma de um Making off.

Filmaremos tudo também na viagem, talvez role até um documentário neste making off a ser apresentado.

Mas por hora, é necessário concentrar no presente. Reservar passagens, hospedagem, correr atrás de embaixada e consulado (quem sabe conseguimos um patrociniozinho, hein?)

Bem, vamos lá!!!

Don’t Cry for Us Argentina, pois estamos chegando!!

GRUPO: Flávio Bonanome, Ísis Adriana, Lívia Zuccaro, Renata Tucci, Mariana Abrantes e Paula Daidone.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Link das madres!

http://www.madres.org/

Contatos:

Contactos

Asociación Madres de Plaza de Mayo

Mail: madres@madres.org

Teléfonos: 4383-0377 / 4383-6430

Fax: 4954 - 0381

Desde el exterior: 0054

Desde el interior: 011


Prensa

Mail: prensa@madres.org

Teléfono: 4384 - 0998


Universidad Popular Madres de Plaza de Mayo

Mail: universidad@madres.org

Teléfono: 4384 – 8693


Congreso Internacional de Salud Mental y Derechos Humanos

Mail: congreso@madres.org

Teléfono: 4382 – 1055


Biblioteca Popular “Julio Huasi”

Mail: biblioteca@madres.org

Teléfono: 4383 – 5514


Videoteca de las Madres

Mail: videoteca@madres.org

Teléfono: 4383 – 5514


Librería de las Madres

Mail: librería@madres.org

Teléfono: 4382 – 3261


Editorial

Mail: editorial@madres.org

Teléfono: 4383 – 4188


Radio, La Voz de las Madres

Mail: radio@madres.org

Teléfono Estudio: 4382 – 8847

Teléfono Oficinas: 5277 - 2868


Periódico de las Madres

Mail: periodico@madres.org

Teléfono: 4383 – 4188


Webmaster

Mail: sistemas@madres.org

Congresso

Buenos Aires, 15 al 18 de noviembre de 2007

UNIVERSIDAD POPULAR MADRES DE PLAZA DE MAYO (Sede 2)

Hipólito de Yrigoyen 1432 1º Piso (1089) Capital, Buenos Aires Argentina

Las Madres: 30 Años pariendo Vidas Insurgentes

Hemos construido los Cinco Congresos previos colectivamente con rigor intelectual, solidaridad, respeto hondo, mutualidad concreta y pasiones alegres.

La gestación de espacios de encuentro genuino, intercambio cooperativo, y la producción creativa de relaciones de trabajo académico político contrahegemónicas, han posibilitado espacios múltiples en los que poner en juego, día a día, Utopías activas, Insurgencias consistentes y formas de organización democrático populares.

Ello es fuente ineludible de diversos modos de forjar la Salud Colectiva de los Pueblos y ejercer el Derecho a las Vidas Dignas del ser Histórico Social que va pariendo Nuevos Mundos , Justos, Equitativos y cobijantes de las Diversidades tan tiernas como Rebeldes.

Los convocamos fraternalmente a participar de este nuevo encuentro de dilucidación y socialización colectiva de los conocimientos, discursos y prácticas , con los que sostenemos cotidianamente nuestro quehacer como Trabajadores de la Salud Mental y Militantes de los Derechos Humanos y Sociales que abren los senderos y territorios donde la Salud Colectiva no puede concebirse sin Justicia, Trabajo, Educación y Existencias Libertarias.

Las Madres, sus maravillosos 30 años de Vida dando a Luz Vidas Revolucionarias, son quienes han trazado las cartografías fértiles de las Marchas que abren las Plazas, las Calles, los senderos liberados con sus pasos desde los que van naciendo:
Universidades, Editoriales, Viviendas Populares, Jardines Maternales, Congresos, Militancias intempestivas . Las Madres, día a día, nos sostienen e invitan a relanzar las potencias e intensidades éticas desde las que sus treinta años son tiempos y espacios para vivir y trabajar hoy sueños y realidades de natalidad combativa.

Hemos vivenciado los anteriores Congresos junto a 19.000 compañeros de toda América Latina y Europa. Más de 500 actividades por encuentro (conferencias, mesas redondas, talleres, seminarios, etc.) han sido el territorio múltiple en los que se desplegaron los diversos debates e intercambios, a los cuales se suman una serie de actividades preparatorias que tuvieron lugar en las diferentes provincias de nuestro país y de países hermanos como Brasil, Uruguay y México. Tales construcciones colectivas permitieron ir enhebrando un congreso con otro, gestándose tránsitos compartidos, diversos, críticos, inventivos , que se relanzan en cada nuevo encuentro...

Al interior de este acontecimiento se efectuará El Cuarto Encuentro de Lucha Antimanicomial, el Tercer Encuentro de Niños en Movimiento y El Cuarto Encuentro de Movimientos Territoriales Urbanos.
La casa de las Madres de Plaza de Mayo es nuevamente el espacio elegido para profundizar en estos debates, tanto por la experiencia ética que circula en cada una de sus iniciativas, como por el compromiso e implicación con el que cotidianamente trascienden la reproducción alienada de los "sujetos productivos", así como las secuencias de violencias ejercidas en nombre de "la salud mental", la "normalidad" y los Derechos Humanos.

Invitamos, entonces, a participar en este acontecimiento para trabajarnos como estudiantes y trabajadores de la Salud Mental que “piensan lo que hacen para hacer lo que piensan”, buscando generar nuevos mundos y nuevas vidas.

Entre otros han confirmado su presencia: Armando Bauleo, Fernando Ulloa, Osvaldo Bayer, Gregorio Baremblitt, León Rozitchner, Juan Carlos Volnovich, Silvia Bleichmar, Emiliano Galende, Gilou García Reinoso, Dulce Suaya, Lía Ricón, Ana Quiroga, Angel Fiasché, Ricardo Rodulfo, Ana Fernández, Hernán Kesselman, Alejandra Tortorelli, Janine Puget, Tato Pavlovsky, Marcelo Percia, Alicia Stolkiner, José Grandinetti, Pan del Borda, Frente Artistas del Borda, David Viñas, León Ferrari, Susana Kesselman, Fabio Martins, Jorge Pellegrini, Enrique Carpintero, Ana del Cueto, Alejandro Vainer, Darío Lagos, Diana Kordon, Mario Testa, Paulo Amarante, Mario Rovere, Maria Ines Assumpçao Fernández, Horacio González, Silvia Faraone, Maria de Fátima de Oliveira, Oscar Pellegrini, José Carlos Escudero, Yael Geller, La Colifata, Julio Romero, Movimiento Social de Desmanicomialización y Transformación Institucional, Ángel Barraco, Daniel Navarro, Jorge Bichuetti, Viviana Sala, Patricia Markowicz, Lucila Edelman, Fernando Fabris, Marta de Brassi, Osvaldo Saidón, Alberto Sava, Daniel Kersner, Oscar Natalicio, Horacio Cárdenas, Jaime Fuchs, El Brote, Darío López Desvars, Daniel Calmels, Liliana Donzis, Ricardo Baquero, Colonia Oliveros, MTD Aníbal Verón, Comedor los Pibes de la Boca, Wilson Darakjian, José Pablo Feinmann, Diego Zerba, Alfredo Luciardo, Marcia de Moura Ribeiro, Liliana Viatter , Red Argentina de Arte y Salud Mental ... y muchos otros compañeros que nos están enviando su confirmación.

Los saludamos a la espera del momento en que podamos personalmente compartir la experiencia que ya echamos a andar.


Alumnos UPMPM - 15$

Alumnos Universidades Públicas - 25 $

Alumnos Instituciones Privadas - 30 $

Profesionales de la salud Inst. Públicas - 25$

Docentes instituciones. Públicas - 25$

Profesionales - 35$

Jubilados - 8$

Público en general - 35$
______

INFORMES por mail: congreso@madres.org Tel.: (54 11) 4382-1055
Alojamiento: hotelescongresosaludmental@hotmail.com
____

FORMAS DE PARTICIPACION

Mesas Redondas: En caso de presentar una Mesa Redonda deberá especificarse con claridad cantidad de expositores, tema de abordaje de cada uno y coordinador de la actividad.

Mesa de presentación de trabajos libres, a ser evaluados por la Comisión Científica y articulados en mesas redondas por la Organización del Congreso.

Talleres

Posters

Todas las actividades tendrán una duración de 1:30 horas sin excepción.

Modalidad de presentación:

Requisitos indispensables para la aceptación de las propuestas, sin excepción :

Se presentará únicamente por página web en www.madres.org (una vez habilitada la opción) o en el mail inscripcion@madres.org . No se recibirán envíos postales ni presentaciones personales.

En archivo Word 6.0 márgenes: 3 (izq.y der.), 2 (sup. E inf.), espacio interlineado 1,5, tipo de letra Arial 12; sin sangrías, ni tabulaciones ni espacios extra.

Trabajo Libre:

- Resumen: no deben exceder las 15 líneas o 250 palabras. Sin requerimientos técnicos.

- Trabajo completo: Extensión del trabajo hasta 4 carillas. La bibliografía debe constar en la página 6. Primera Página:

Título; nombre del/los autor/es; Institución a la que pertenece; dirección, teléfono, e-mail y

debe incluir EL EJE Y EL AREA TEORICO/PRACTICA, DESDE LA QUE SE PROPONE EL TRABAJO (de lo contrario no se podrá recibir la propuesta). Objetivos: Temática principal y conclusiones.

Mesas redondas: especificar, además, panelistas y Coordinador. Resumen de la propuesta de la mesa de 15 líneas o 250 palabras. Resumen y trabajo completo de las ponencias de los panelistas que no exceda las 6 carillas. Indicar requerimientos técnicos.

Talleres: especificar los objetivos y la metodología a desarrollar. Presentar resumen de 15 líneas o 250 palabras. Indicar requerimientos técnicos y cantidad mínima y máxima de participantes.

Posters: medidas: 80 cm por 1m; se deberá presentar un resumen del mismo.


IMPORTANTE:

La fecha final para la presentación de resúmenes: 14 de septiembre, y trabajos completos hasta el 19 de octubre .

Los recursos técnicos se distribuirán de acuerdo a las posibilidades concretas de la Organización del Congreso y a evaluación del Comité Científico. Deberán requerirse en la primera presentación del trabajo.

Indicación de autorización para publicación futura del trabajo.

El Comité Científico se reserva el derecho de aceptación de los trabajos


AREAS:
Psicología;Psicología Social;Psicoanálisis; Psiquiatría; Dinámica de Grupos; Derecho; Arteterapia; Psicodrama; Trabajo Social; Psicopedagogía; Comunicación Social; C. Políticas y Sociales; C. De la Educación; S. Pública y Comunitaria; Esquizoanálisis; Nuevos Dispositivos Clínicos; Filosofía; Antropología ; Terapia Ocupacional