Boa noite!
Ontem foi um dia realmente longo e cansativo.
Fomos a Plaza de Mayo, e de lá para a Universidade Popular Madres de Plaza de Mayo, aonde haviamos combinado com as assessoras de imprensa do movimento. Ai as coisas ficaram dificeis.
Os problemas de comunicaçao entre as duas partes, fez com que atrasassemos um pouco o processo para esperar Lucia, uma das assessoras que havia morado no Brasil, e por isso possuia um bom portugues.
Voltamos a praça para começar a capturar algumas imagens, mas pela grande infelicidade, a filmadora estava com problemas. Chegamos inclusive a procurar alguma assistencia tecnica, mas nao tinhamos 7 dias uteis para o orçamento. Fizemos o possivel com as duas maquinas fotograficas digitais.
As 15:30 em ponto chegaram as madres. Fizeram seu tradicional percurso ao redor do obelisco da praça em sentido antihorario, representando a luta contra cada minuto que estao longe de seus filhos. Isso rendeu boas fotos.
Logo em seguida, à frente da Casa Rosada, houve uma espécia de palanque. Encontramos finalmente com Lucia, que nos deu algum material e nos informou sobre a coletiva de imprensa que haveria mais tarde, aonde as senhoras anunciariam o 30 aniversário, que será comemorado dia 7 de outubro.
Já na coletiva, as coisas ficaram um pouco mais chatas. A começar pela dificuldade em entender tudo que estava sendo dito. Segundo pelo tratamento péssimo que recebemos por parte das assessoras, que nao permitiam que falássemos com as Madres, nem colaboraram com um pouco de atençao.
De qualquer forma gravamos toda a coletiva, para futuras traduçoes, pegamos um livro com a historia das madres e tiramos várias fotos da ¨Casa das Madres¨.
Lá nao posso deixar de falar que me surpreendi a ver várias fotos de militantes como Che Guevara, Fidel Castro, e líderes populares como Evo Morales e Chaves. Aquilo me fez perceber que o movimento social delas é muito mais politicamente orientado do que eu imaginava. Sim, as velhinhas sao socialistas!!!!!
Chegamos inclusive a encontrar com um argentino que vestia uma camisa do MST. Questionado, nos disse que havia grande intercambio entre os movimentos sociais do Brasil e da Argentina. Que haviam inclusive Madres que viajavam para os assentamentos do MST.
Descobrimos também que na sexta haveria uma entrega de moradias populares nas redondezas de Buenos Aires, tudo conseguido pelo movimento. Perebemos que ainda estao muito ativas, e sao mais do que uma atracao turistica do centro da cidade.
Mas isso nao significa que nao houvessem varios grupos de turistas filmando e fotografando a peregrinacao das senhoras.
Ficamos de voltar na sexta e pegar mais material, como fotos e releases.
Porém, hoje amanhecemos com muita chuva, e a caminhada se tornou desanimadora. Mudamos nossa data para sábado, e acabamos por tirar o dia para descansar, dormir até mais tarde, e fazer compras durante a tarde.
Amanha terminaremos de reunir o material sobre as madres, e pretendemos entao, fazer um pouco de turismo também.
Por hora é só!!!! Uma Quilmes me espera!!!
sexta-feira, 5 de outubro de 2007
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
Buenos Dias
Bom dia a todos!
Finalmente estamos em solo argentino. O que é algo realmente para se comemorar tendo em vista a centena de contra-tempos que enfrentamos para chegar até aqui. A começar por problemas na documentaçao para embarque, atrasos em vôos e, por fim, problemas comunicacionais. De qualquer forma, chegamos em duas levas. As primeiras a desembarcar, no vôo das 14:30 foram Lívia, Mariana e Ísis. Alguams horas depois, no vôo das 20:30 cheguei eu.
Nos deparamos com um clima muito mais quente do que estávamos esperando, fazendo nossas malas gigantes e cheias de blusas e casacos somente um grande peso. Outra surpresa foi quanto à comunicaçao. Achamos que seria muito difícil conversar com as pessoas aqui, mas parece que com um pouco de paciência, tudo se resolve.
O Albergue é bem legal. Um casarao bem antigo, com escadas de madeira, e quartos grandes. Mas o ambiente é muito agradável, bem como as pessoas que trabalham aqui.
O grande infortúnio que tivemos por enquanto, se revelou no final da noite de ontem, quando fomos jantar e acabamos por descobrir que, mesmo tendo cambiado dinheiro no aeroporto, recebi notas falsas, o que me deixou em um estado de pobreza absoluta.
Ainda nao sabemos como vamos resolver isso. Mas daremos um jeito.
Hoje temos um dia cheio. Para começar vamos até a Universidade Popular das Madres de Plaza de Mayo. Marcamos com a Assessora de imprensa do lugar de conversar. Conheceremos museus e pesquisaremos o que houver de material. Após isso, as 15:30, as Madres saem lá da univerisade e caminham até a Plaza de Mayo. Acompanharemos a caminhada aproveitando para conversar com as senhoras.
Talvez nao consigamos filmar algumas coisas, como gostaríamos, pois nao sabemos que tipo de problema se abate sobre a filmadora.
De qualquer forma, vamos ver o que coneguimos hoje. Deseje-nos sorte.
Até logo.
PS: Nao reparem, nao existem alguns acentos no teclado argentino!!!!!!
Finalmente estamos em solo argentino. O que é algo realmente para se comemorar tendo em vista a centena de contra-tempos que enfrentamos para chegar até aqui. A começar por problemas na documentaçao para embarque, atrasos em vôos e, por fim, problemas comunicacionais. De qualquer forma, chegamos em duas levas. As primeiras a desembarcar, no vôo das 14:30 foram Lívia, Mariana e Ísis. Alguams horas depois, no vôo das 20:30 cheguei eu.
Nos deparamos com um clima muito mais quente do que estávamos esperando, fazendo nossas malas gigantes e cheias de blusas e casacos somente um grande peso. Outra surpresa foi quanto à comunicaçao. Achamos que seria muito difícil conversar com as pessoas aqui, mas parece que com um pouco de paciência, tudo se resolve.
O Albergue é bem legal. Um casarao bem antigo, com escadas de madeira, e quartos grandes. Mas o ambiente é muito agradável, bem como as pessoas que trabalham aqui.
O grande infortúnio que tivemos por enquanto, se revelou no final da noite de ontem, quando fomos jantar e acabamos por descobrir que, mesmo tendo cambiado dinheiro no aeroporto, recebi notas falsas, o que me deixou em um estado de pobreza absoluta.
Ainda nao sabemos como vamos resolver isso. Mas daremos um jeito.
Hoje temos um dia cheio. Para começar vamos até a Universidade Popular das Madres de Plaza de Mayo. Marcamos com a Assessora de imprensa do lugar de conversar. Conheceremos museus e pesquisaremos o que houver de material. Após isso, as 15:30, as Madres saem lá da univerisade e caminham até a Plaza de Mayo. Acompanharemos a caminhada aproveitando para conversar com as senhoras.
Talvez nao consigamos filmar algumas coisas, como gostaríamos, pois nao sabemos que tipo de problema se abate sobre a filmadora.
De qualquer forma, vamos ver o que coneguimos hoje. Deseje-nos sorte.
Até logo.
PS: Nao reparem, nao existem alguns acentos no teclado argentino!!!!!!
segunda-feira, 24 de setembro de 2007
Entrevistas
Pessoal, eu de novo!
É que acabei de ver que saiu uma matéria a um bom tempo atrás na caros amigos sobre as Madres, feitas por nomes de peso do jornalismo como o José Arbex Jr.
Aqui segue o link. Leiam!
http://carosamigos.terra.com.br/da_revista/edicoes/ed68/entrevista_hebe.asp
É que acabei de ver que saiu uma matéria a um bom tempo atrás na caros amigos sobre as Madres, feitas por nomes de peso do jornalismo como o José Arbex Jr.
Aqui segue o link. Leiam!
http://carosamigos.terra.com.br/da_revista/edicoes/ed68/entrevista_hebe.asp
Pesquisadores
Boa tarde à todos!
Entrei em contato com alguns pesquisadores que falavam sobre a ditadura na Argentina, e a repressão para que pudessem nos dar entrevistas. Dentre estes, destaquei dois que estão mais próximos daquilo que agente procura.
O primeiro deles é o Prof. Osvaldo Luis Angel Coggiolla. Ele é argentino e professor na FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciencias Humanas) na USP. Disse que como argentino e vítima da repressão, pode dar uma força pra gente. O contato dele tenho apenas por e-mail, mas ele responde rápido coggiola@usp.br.
Foi ele quem indicou uma outra pesquisadora cujo a linha de pesquisa é exatamente as Madres. O nome dela é Janaina Teles. Com ela eu ainda não falei, mas aqui tem os contatos dela: TEL: 32854382 e 71554399 e-mail: janateles@uol.com.br
Tem também uma lista de filmes e livros que falam do assunto que eu acho que seria bem interessante dar uma olhada. Só que eu esqueci a lista em casa :P . Postarei em breve para maiores esclarecimentos.
Até logo
Entrei em contato com alguns pesquisadores que falavam sobre a ditadura na Argentina, e a repressão para que pudessem nos dar entrevistas. Dentre estes, destaquei dois que estão mais próximos daquilo que agente procura.
O primeiro deles é o Prof. Osvaldo Luis Angel Coggiolla. Ele é argentino e professor na FFLCH (Faculdade de Filosofia, Letras e Ciencias Humanas) na USP. Disse que como argentino e vítima da repressão, pode dar uma força pra gente. O contato dele tenho apenas por e-mail, mas ele responde rápido coggiola@usp.br.
Foi ele quem indicou uma outra pesquisadora cujo a linha de pesquisa é exatamente as Madres. O nome dela é Janaina Teles. Com ela eu ainda não falei, mas aqui tem os contatos dela: TEL: 32854382 e 71554399 e-mail: janateles@uol.com.br
Tem também uma lista de filmes e livros que falam do assunto que eu acho que seria bem interessante dar uma olhada. Só que eu esqueci a lista em casa :P . Postarei em breve para maiores esclarecimentos.
Até logo
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Hostel
Pessoas, nosso quarto já está reservado:
http://www.pangeahostel.com.ar/
do dia 3 ao dia 8/10... estamos chegando! aeeeee!
http://www.pangeahostel.com.ar/
do dia 3 ao dia 8/10... estamos chegando! aeeeee!
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Artigo - Mães da Praça de Maio
Achei um pequeno resumo da história das Mães da Praça de Maio
ai vai um trecho do artigo retirado do site http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?ID=749
Hebe Pastor de Bonafini, argentina, presidente da Associação das Mães da Praça de Maio, tem hoje 71 anos. Em 1976, quando na Argentina se instalou a ditadura militar que duraria até 1983, era mãe de uma família comum. Tecedeira casada com um mecânico, tinha dois filhos com vontade de viver. O mais velho, professor e investigador universitário, fazia trabalho político na Universidade e, em colaboração com elementos da Igreja, alfabetizava de adultos num bairro pobre de Buenos Aires.
Foi preso aos 26 anos, esteve um ano e meio num campo de concentração desaparecendo depois para sempre. O filho mais novo, de 23 anos, desapareceu, dez meses depois do irmão, após ser preso, quando participava numa reunião sindical. A nora, mulher do filho mais velho, desapareceu um ano e meio depois do marido. Esta é a história de uma família comum, igual a milhares de outras histórias de famílias que viveram a ditadura militar argentina (e de outras ditaduras de outros países).
A outra história, a que dá um outro sentido às repetições, a que parece ensinar como transformar a repetição e a rotina em movimento de transformação, a que nos pode devolver a esperança, é desencadeada por esta e muitas outras mulheres que a ela se associaram. Há 22 anos que todas as semanas, à Quinta-Feira, as mães das e dos "desaparecidos", se concentram na Praça de Maio e exigem que lhes devolvam os desaparecidos. Vinte e dois anos sem uma falha. Às vezes são centenas, em momentos especiais são milhares.
Vinte e dois anos depois ninguém acredita que os sequestrados, os torturados e os desaparecidos durante a ditadura regressem com vida. Mas estas mães de Maio persistem, semana após semana, dia após dia, em dar sentido, em dar vida, aos que partiram. Como? Lutando pela dignidade dos que ficaram.
O poder actual na Argentina - que elas acusam de ser mero disfarce do anterior - quis comprar-lhes a vida dos desaparecidos. Mas elas recusaram o dinheiro e exigem justiça. Exigem o julgamento dos assassinos e torturadores. E exigem sobretudo uma outra atenção aos jovens de agora. Nestes últimos 22 anos, as mães da Praça de Maio reinventaram, semana após semana, novas formas de luta pela dignidade e pela justiça social. Desenvolvem trabalho social nos bairros mais pobres. Publicam um jornal mensal. Abriram um café literário. Promovem debates sobre a condição dos jovens de hoje. Intervêm combatendo as novas formas de morte, de tortura, de "desaparecimento" (de exclusão) social e político dos jovens. Vinte e dois anos de persistência e de criatividade
ai vai um trecho do artigo retirado do site http://www.apagina.pt/arquivo/Artigo.asp?ID=749
Hebe Pastor de Bonafini, argentina, presidente da Associação das Mães da Praça de Maio, tem hoje 71 anos. Em 1976, quando na Argentina se instalou a ditadura militar que duraria até 1983, era mãe de uma família comum. Tecedeira casada com um mecânico, tinha dois filhos com vontade de viver. O mais velho, professor e investigador universitário, fazia trabalho político na Universidade e, em colaboração com elementos da Igreja, alfabetizava de adultos num bairro pobre de Buenos Aires.
Foi preso aos 26 anos, esteve um ano e meio num campo de concentração desaparecendo depois para sempre. O filho mais novo, de 23 anos, desapareceu, dez meses depois do irmão, após ser preso, quando participava numa reunião sindical. A nora, mulher do filho mais velho, desapareceu um ano e meio depois do marido. Esta é a história de uma família comum, igual a milhares de outras histórias de famílias que viveram a ditadura militar argentina (e de outras ditaduras de outros países).
A outra história, a que dá um outro sentido às repetições, a que parece ensinar como transformar a repetição e a rotina em movimento de transformação, a que nos pode devolver a esperança, é desencadeada por esta e muitas outras mulheres que a ela se associaram. Há 22 anos que todas as semanas, à Quinta-Feira, as mães das e dos "desaparecidos", se concentram na Praça de Maio e exigem que lhes devolvam os desaparecidos. Vinte e dois anos sem uma falha. Às vezes são centenas, em momentos especiais são milhares.
Vinte e dois anos depois ninguém acredita que os sequestrados, os torturados e os desaparecidos durante a ditadura regressem com vida. Mas estas mães de Maio persistem, semana após semana, dia após dia, em dar sentido, em dar vida, aos que partiram. Como? Lutando pela dignidade dos que ficaram.
O poder actual na Argentina - que elas acusam de ser mero disfarce do anterior - quis comprar-lhes a vida dos desaparecidos. Mas elas recusaram o dinheiro e exigem justiça. Exigem o julgamento dos assassinos e torturadores. E exigem sobretudo uma outra atenção aos jovens de agora. Nestes últimos 22 anos, as mães da Praça de Maio reinventaram, semana após semana, novas formas de luta pela dignidade e pela justiça social. Desenvolvem trabalho social nos bairros mais pobres. Publicam um jornal mensal. Abriram um café literário. Promovem debates sobre a condição dos jovens de hoje. Intervêm combatendo as novas formas de morte, de tortura, de "desaparecimento" (de exclusão) social e político dos jovens. Vinte e dois anos de persistência e de criatividade
Sejam todos bem vindos.
Começamos colocando um monte de dados de contatos, matérias e coisas sobre a Argentina, e nem paramos para dizer por que estamos fazendo isso. Por isso, achei extremamente de bom tom este pequeno texto de apresentação.
Este blog foi criado por um grupo de alunos do 6° semestre do curso de Jornalismo do Mackenzie com o intuito de relatar o dia-a-dia da produção de uma matéria de jornalismo internacional.
Nosso tema é o 30° aniversário do movimento das Mães da Praça de Maio, em Buenos Aires - Argentina. Para isso, realizaremos uma viagem até a terra dos hermanos para descobrir como anda o movimento 30 anos depois.
Ainda não temos ao certo a data da viagem, sabemos que será entre o dia 5 e 12 de outubro. Quando descobrirmos isso, postaremos aqui! Por hora, estamos em uma fase de pré-produção.
Reuniremos dados aqui no Brasil, falando com historiadores e pesquisadores que conheçam o movimento. Também começamos a comprar jornais argentinos, pois é preciso estar informado sobre o país que se vai.
Teremos pouquíssimos dias para realizar a reportagem, cerca de quatro, por isso temos que ter tudo acertado antes da viagem. É exatamente estes preparos, o durante e o depois que colocaremos aqui. Feito isso, organizaremos todo este material na forma de um Making off.
Filmaremos tudo também na viagem, talvez role até um documentário neste making off a ser apresentado.
Mas por hora, é necessário concentrar no presente. Reservar passagens, hospedagem, correr atrás de embaixada e consulado (quem sabe conseguimos um patrociniozinho, hein?)
Bem, vamos lá!!!
Don’t Cry for Us Argentina, pois estamos chegando!!
GRUPO: Flávio Bonanome, Ísis Adriana, Lívia Zuccaro, Renata Tucci, Mariana Abrantes e Paula Daidone.
Este blog foi criado por um grupo de alunos do 6° semestre do curso de Jornalismo do Mackenzie com o intuito de relatar o dia-a-dia da produção de uma matéria de jornalismo internacional.
Nosso tema é o 30° aniversário do movimento das Mães da Praça de Maio, em Buenos Aires - Argentina. Para isso, realizaremos uma viagem até a terra dos hermanos para descobrir como anda o movimento 30 anos depois.
Ainda não temos ao certo a data da viagem, sabemos que será entre o dia 5 e 12 de outubro. Quando descobrirmos isso, postaremos aqui! Por hora, estamos em uma fase de pré-produção.
Reuniremos dados aqui no Brasil, falando com historiadores e pesquisadores que conheçam o movimento. Também começamos a comprar jornais argentinos, pois é preciso estar informado sobre o país que se vai.
Teremos pouquíssimos dias para realizar a reportagem, cerca de quatro, por isso temos que ter tudo acertado antes da viagem. É exatamente estes preparos, o durante e o depois que colocaremos aqui. Feito isso, organizaremos todo este material na forma de um Making off.
Filmaremos tudo também na viagem, talvez role até um documentário neste making off a ser apresentado.
Mas por hora, é necessário concentrar no presente. Reservar passagens, hospedagem, correr atrás de embaixada e consulado (quem sabe conseguimos um patrociniozinho, hein?)
Bem, vamos lá!!!
Don’t Cry for Us Argentina, pois estamos chegando!!
GRUPO: Flávio Bonanome, Ísis Adriana, Lívia Zuccaro, Renata Tucci, Mariana Abrantes e Paula Daidone.
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